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Escola de Samba de Paranaguá adota o pré-sal como tema para o carnaval 2010

Com o objetivo de conscientizar a sociedade brasileira sobre a importância da defesa do nosso petróleo, a Mocidade Unida do Jardim Santa Rosa, escola de samba de Paranaguá, escolheu o pré-sal como tema do samba enredo do carnaval 2010.

“Abra o olho meu povo, pra gente não se dar mal, já levaram tanta coisa, vamos defender nosso pré-sal”. Com um refrão educativo, a escola de samba apresentará o “Ouro Negro”, titulo do samba em homenagem ao petróleo, contando sua história, desde a origem à utilização. O enredo da escola vem ganhando repercussão e virou manchete do Jornal Folha do Litoral. O Sindipetro PR/SC, a FUP, os demais sindicatos filiados e todos os movimentos sociais envolvidos na luta em defesa do pré-sal, se orgulham em presenciar a repercussão da campanha “O petróleo tem que ser nosso”, que é um dos maiores desafios do povo brasileiro, hoje e os próximos anos.

Confira a letra do samba enredo da Mocidade Unida do Jardim Santa Rosa

Samba de Enredo – Carnaval 2010

OURO NEGRO

Surgiu das entranhas da terra

Provocou muitas guerras

Mas também já promoveu a paz

Ajudou o homem a realizar

O velho sonho de voar

Pelas estradas faz rodar os caminhões

Os navios a deslizarem sobre o mar

Faz geradores

Produzirem a luz

No caminho que conduz

Desde os tempos dos lampiões

O homem é dependente do petróleo

No meu Brasil quem manuseia o Ouro Negro

É uma empresa de respeito

Que é a menina dos olhos

E na cozinha as donas de casa

Esqueceram do fogão de brasa

E hoje fazem de tudo no fogão a gás

É o progresso que empurra nossa gente

Sempre pra frente

Nunca pra trás

Abre o olho meu povo

Pra gente não se dar mal

Já levaram tanta coisa

Vamos defender nosso pré-sal

Com o mau uso do petróleo

Nosso sonho, pode se acabar

Destruindo a camada de ozônio

A humanidade vai penar

Mas enquanto há vida há esperança

Vamos pensar nas crianças

Pedir a Deus que as livre do mal

Que o homem tenha consciência

Que só abuse do carnaval

Bate na partida o motor funcionou

A Mocidade Unida chegou

E Lá vou eu no meu carro todo prosa

Tirando onda no Jardim Santa Rosa.

Surgiu…

Pré-sal também vira samba enredo em Fortaleza

No Ceará, o bloco Sai na Marra, que desfila há 10 anos pela avenida principal de Fortaleza, também defenderá o pré-sal com o enredo “O buraco é mais embaixo, o pré-sal tem que ser nosso”, durante o período carnavalesco, conscientizando cerca de 450 foliões que tradicionalmente seguem o bloco. O Sindipetro-CE também participará do desfile, distribuindo as cartilhas do pré-sal, elaboradas pela FUP, e coletando assinaturas para o abaixo-assinado.

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Operação Verão O Petróleo Tem Que Ser Nosso

Desde a chegada dos portugueses que os recursos naturais do Brasil estão sendo explorados para benefício de poucos. As riquezas aqui encontradas, pouco ou nada se reverteram para o povo brasileiro. Na política implementada pelo Governo Lula, essa lógica foi modificada, mas ainda há um longo caminho a percorrer e muito a se modificar nesse sentido. O descobrimento da jazida de petróleo conhecida como Pré-Sal é uma das maiores riquezas já encontradas em nosso continente. Caso os benefícios sejam investidos em políticas sociais para os cidadãos brasileiros, e não para enriquecer algumas transnacionais e a elite conservadora do país, o Brasil consolidará a posição de potência econômica que atingiu nos últimos anos, bem como se tornará não apenas um dos maiores produtores de petróleo do mundo, como pode se tornar uma das nações mais ricas e desenvolvidas do planeta.

Consciente disso e da necessidade de disseminar essas importantes informações, dando continuidade a luta do povo brasileiro por sua emancipação e soberania, a União Paranaense dos Estudantes (UPE) e o Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (Sindipetro PR/SC) decidiram fazer uma ação no litoral paranaense: uma conversa com a sociedade sobre o assunto e o recolhimento de assinaturas para um abaixo assinado que visa encaminhar um projeto de lei ao Congresso Nacional de inciativa popular, garantindo, em sua essência, que a exploração do petróleo e os recursos dessa atividade sejam revertidos para o povo brasileiro.

A operação de verão “O Petróleo Tem que ser Nosso” surgiu da parceria entre o movimento estudantil paranaense, representados pela UPE, e os trabalhadores e trabalhadoras do ramo petrolífero do Paraná e Santa Catarina, representados pelo Sindipetro. A atividade teve o intuito de trazer novas informações à população brasileira e promover o debate sobre o que de fato é o Pré- Sal e quais são os benefícios que o mesmo trará para a população brasileira e para as fututas gerações. Também teve como objetivo explicar que essa riqueza é de todo cidadão brasileiro e que, caso a sociedade civil e os movimentos sociais não conduzirem essa disputa, esse petróleo será explorado por transnacionais que visam apenas o acúmulo financeiro e que não revertem esses benefícios para o povo brasileiro.

No dia 04 de Janeiro de 2010 a caravana rumou ao Litoral Paranaense, para dar início a operação, aproveitando a grande concentração de público nesta época do ano na região. Durante os setes dias de operação foram colhidas centenas de assinaturas em apoio ao projeto de lei 5891. Mais que isso, foi estabelecido um diálogo com o veranistas, moradores, trabalhadores ambulantes e muitos outros, afim de construir uma luta conjunta e consciente. O diálogo com os envolvidos se deu por meio de diversas abordagens, realizadas nos guarda-sóis, em supermercados, lanchonetes e até mesmo no ferry-boat. A ação se concentrou em alguns balneários e praias dos municípios de Pontal do Paraná, Matinhos e Guaratuba. Distribuindo informativos, esclarecendo dúvidas e debatendo não somente o Pré-Sal, mas também temas de conjutura nacional e internacional. Em muitos casos e sempre que possível, questionando o modelo de sociedade que tem por objetivo apenas reproduzir e acentuar as desigualdades sociais.

Mesmo com um grande número de chuvas o trabalho da equipe não parou, sempre buscando alternativas para consolidar o trabalho de informar e debater o assunto proposto. Mesmo que se diga que no Brasil tudo começa após o Carnaval, a operação realizada atingiu os objetivos aos quais se propôs durante pleno verão. Mas entende-se que isso é apenas um tijolo na construção das lutas por um Brasil soberano, que a campanha deve continuar em outros espaços, que esse movimento deve se expandir. Tudo isso para que as riquezas do Brasil sejam verdadeiramente do povo brasileiro!

Confira algumas imagens.

Caravana da UPE O Petróleo tem que ser nosso!

gview

Relato da última reunião do Comitê

O comitê estadual da campanha O PETRÓLEO TEM QUE SER NOSSO! reuniu-se na última quarta (30/set) para discutir os encaminhamentos das últimas plenárias estadual (19/set) e nacional (25 e 26/set).
  • Manter a coleta de assinaturas, para continuar conversando com o povo nas ruas. Isso garante o debate sobre o projeto dos movimentos sociais, subscrito por FUP, MST, Consulta Popular, Assembléia Popular, CMS e outras organizações, em contraponto à lei de FHC e aos projetos do governo Lula – que avançam um pouco em relação ao modelo que temos, mas estão longe de atender nosso programa no que diz respeito à soberania nacional e utilização dos recursos na resolução dos problemas do povo (fim dos leilões, anulação dos leilões realizados na área do pré-sal, fundo social soberano etc). Sabemos que, no Congresso – o pior terreno possível para esse debate-, mesmo as propostas do governo correm o risco de ser rebaixadas. Por isso, será preciso muita mobilização de rua para garantir nossa pauta.  E essa luta transcende a votação no Congresso, o que obriga nossas organizações a se prepararem para um enfrentamento de longo prazo para manter a bandeira do monopólio estatal, com uma Petrobrás 100% estatal e pública.
  • Organizar uma mobilização contra o 11º leilão, programado para novembro.
  • Preparar um seminário de formação de multiplicadores (indicativo 7/nov), reunindo movimentos sindical, camponês, estudantil e popular.
  • Cruzar as diversas agendas de debate e mobilização (Comitê, Reage Brasil, Sindipetro, UPE etc) para potencializar nossa ação.
  • O comitê passa a reunir-se todas as quartas, às 19h, no Centro CHE GUEVARA, com o objetivo de estudar e resolver questões operativas.

O Petróleo tem que ser nosso! PUCPR

Por Mariana Dutra

O debate que esta sendo pautado na mídia, foi pautado e desmistificado com os estudantes da PUC-CuritibapetroleoNo dia 16 de setembro no auditório da biblioteca central da PUC, estudantes e também professores souberam mais sobre os desafios do país após a descoberta da nova camada pré-sal, devido sua importância enquanto maior descoberta de petróleo dos últimos 30 anos.

Para orientar o debate, Silvaney Bernardi, do Sindipetro PR/SC – Sindicato dos Petroleiros, nos apresentou a história do petróleo no Brasil, sua evolução institucional, e os novos rumos.

Analisamos a evolução institucional da estatal :

> Lei 2004/53 – Início dos anos 50 após mobilização popular, o país adota uma legislação moderna, imputando ao Estado o monopólio da exploração, desenvolvimento, produção e refino de petróleo em todo o território Nacional, por meio de uma empresa Estatal – Petróleo do Brasil – Petrobrás.

>Fim do monopólio da Petrobrás – 1995 é aprovada a Emenda Constitucional nº 9 que acaba com a exclusividade da Petrobrás.

>Lei 9.478/97 adota o Sistema de Concessões por meio de leilões para exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural no Brasil, entregando nossas reservas para as empresas vencedoras dos leilões.

Mas agora, diante da descoberta que aumenta de 6% a 14% as reservas mundiais do petróleo, que levará o Brasil a ser o 2º ou 5º país em reservas, qual será o modelo de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural no Brasil?

Quem vai controlar as gigantescas reservas de petróleo do país?

Como o Estado brasileiro vai utilizar os trilhões de dólares originários da exploração das gigantescas reservas de petróleo e gás natural dos campos do pré-sal?petroleo 2A resposta para estas perguntas, encaminham a qualidade de educação, saúde, moradia, entre outras necessidades sociais do nosso povo.

Através do hoje, Projeto de Lei 5891/2009, formulado pela Federação Única dos Petroleiros, são propostas para que se tornem leis acerca da camada pré-sal :

Fundo Social Soberano

  • Rendimentos do petróleo em favor da população
  • Importância da destinação dos rendimentos ser fixada em Lei
  • Controle Social

Monopólio Estatal do Petróleo

> A quebra do monopólio foi contra-factual

>Cancelar os leilões do pré-sal

A Petrobrás Pública

> Afirmação da presença do Estado

> Petrobrás sob controle da administração pública

> A ANP e a fiscalização.

Projeto de Lei 5891/2009

Hoje este projeto tramita na câmara dos deputados ao lado de 4 projetos de iniciativa do governo onde não são alterados os quadros atuais do destino dos royalties que ficam concentrados nos municípios e estados produtores.

Só uma pequena parcela vai para a União, positivamente também prevê o destino da renda do petróleo para a criação de um fundo social, mas cria o contrato de partilha não excluindo assim os leilões.

Através dos comentário e questionamentos entendemos a ousadia do projeto dos movimentos sociais, mas é através dele, Petrobras 100% estatal e pública, é que garantiremos a soberania popular!

Saudações Estudantis!

Mariana Dutra é Diretora de Movimentos Sociais da União Paranaense dos Estudantes e militante do Movimento Mudança

Campanha “O petróleo tem que ser nosso” organiza evento político e cultural

Em Curitiba, o comitê paranaense da campanha “O petróleo tem que ser nosso” organiza, no dia 22 de agosto (sábado), das 10 às 12h, na Boca Maldita, um evento político e cultural. O objetivo é realizar um mosaico em azulejo, a partir de um dos símbolos da campanha, convidando a população a participar da obra, incentivando o debate sobre o controle popular das riquezas descobertas na camada pré-sal.

A coordenação do evento é do mosaicista equatoriano, radicado em Curitiba, Javier Guerrero. Na sequência, na semana seguinte, uma faixa deve ser estendida para que crianças escrevam e desenhem suas sugestões e opiniões sobre o tema do pré-sal.

Mosaico e luta política

O mosaicista Javier Guerrero elaborou mosaicos em azulejo em outras atividades do movimento popular. São exemplos o ato de apoio à luta do povo de Oaxaca (México), em 2006, além de mosaico para a Campanha “A Vale é Nossa”, em 2007. Este ano, em solidariedade ao povo palestino, um mural foi elaborado ao longo de uma semana e inaugurado na mesquita de Curitiba.

Os artistas populares têm o dever moral de apoiar as lutas dos povos, independente da bandeira e do país onde eles se encontrem. Dentro desta ótica, e seguindo o exemplo de José Enrique Guerrero, e Oswaldo Guayasamín, meu compromisso como militante social e como mosaicista é apoiar as lutas do povo brasileiro”, comenta Guerrero.

Campanha O petróleo tem que ser nosso, construção do povo brasileiro

Em 1997, no Brasil, foi alterada a lei que garantia o monopólio da exploração do petróleo pela Petrobrás. No mesmo período, as ações preferenciais da empresa foram vendidas na bolsa de Nova Iorque. Daí em diante, no período de 10 anos, o governo federal entregou mais de 500 blocos de petróleo para 72 conglomerados econômicos, metade deles estrangeiros.

Porém, um fato novo surge nos meios de comunicação, na vida política brasileira e exige um posicionamento dos setores da sociedade: a descoberta em águas profundas do petróleo da camada pré-sal. Estimativas sobre as descobertas apontam 300 bilhões de barris. As menos otimistas: 60 bilhões de barris, quantidade que redefine o papel do Brasil na geopolítica mundial. A área do pré-sal é um território que se estende de Santa Catarina até o Espírito, uma riqueza que ainda não foi sequer mensurada. Este é o mote de criação em todo o país da campanha (veja abaixo as bandeiras).

A campanha “O petróleo tem que ser nosso” quer conscientizar a sociedade sobre o que está em jogo neste debate: a quem devem atender os gigantescos recursos da camada pré-sal, além das outras reservas de gás e petróleo,  todas em vias de licitação: ao povo e trabalhadores, ou aos interesses das transnacionais do setor?

AS BANDEIRAS NACIONAIS DA CAMPANHA:

Mudança na Lei do Petróleo, restabelecendo o monopólio estatal e o fim dos atuais leilões;

Interrupção da exportação do petróleo cru, com investimento na indústria petroquímica;

Imediata mensuração do tamanho da riqueza do pré-sal;

Fundo social soberano de investimento voltado para as necessidades do povo brasileiro;

As populações impactadas devem ser respeitadas;

Redução do uso do petróleo e avanço nas pesquisas de nova matriz energética, limpa e renovável;

Que a exploração, produção e transporte sejam realizados pela Petrobras 100% estatal;

Apoio às campanhas contra privatizações, pela reestatização da Vale e da Embraer;

Contra a criminalização dos movimentos sociais;

Comitê em Curitiba

Em Curitiba, o comitê da campanha “O petróleo tem que ser nosso”, reúne-se quinzenalmente para pensar ações de conscientização sobre o pré-sal, dentro do calendário dos movimentos sociais.

Toda semana, instala uma barraca de divulgação de materiais e coleta de assinaturas, no centro de Curitiba, lançando mão de um abaixo-assinado para “Assegurar a consolidação do monopólio estatal do petróleo, a reestatização da Petrobras e o fim das concessões brasileiras de petróleo e gás, garantindo a destinação social dos recursos gerados”.

A tarefa é atingir a marca de 1 milhão e 300 mil assinaturas, enviando um projeto de lei de iniciativa popular que será destinado ao presidente Lula e ao congresso nacional.

Resoluções da 3ª Plenária da Campanha do Petróleo

A atividade aconteceu nos dias 12 e 13 de maio, na Escola Florestan Fernandes, em Guararema, SP.

Resoluções da 3ª Plenária da Campanha do Petróleo

A. Sobre a linha política

· Cancelamento dos leilões e anulação dos anteriores;
· Mudança na lei do Petróleo, restabelecendo o monopólio estatal e fim dos leilões;
· Fim da exportação do petróleo cru, com investimento na indústria petroquímica;
· Fundo social soberano de investimento voltado para as necessidades do povo brasileiro: educação, saúde, reforma agrária, trabalho e renda, etc.;
· Respeito às populações impactadas, defesa da produção nacional e internacional solidária e integradora;
· Redução do uso do petróleo e avançar nas pesquisas de nova matriz energética, limpa e renovável;
· Que a exploração, produção e transporte sejam realizadas pela Petrobrás 100% Estatal;

B. Sobre as questões organizativas

· Definição do nome da campanha: “O Petróleo tem que ser nosso”

· Adoção do abaixo-assinado unitário como material de trabalho. Abaixo segue o texto:

“O Petróleo tem que ser nosso”

O presente abaixo-assinado de projeto de lei tem por objetivo assegurar a consolidação do monopólio estatal do petróleo, a reestatização da Petrobrás, o fim das concessões brasileiras de petróleo e gás, garantindo a destinação social dos recursos gerados.

Este abaixo-assinado será encaminhado ao Congresso Nacional como projeto de lei de iniciativa popular, nos termos do artigo 61, parágrafo 2º da Constituição Federal, bem como ao Presidente da República.

Assinatura: Campanha “O Petróleo tem que ser nosso!”

· Recuperar para a participação de figuras históricas da campanha “O petróleo é nosso”, como a Tibiriçá.

· Fortalecimento dos comitês estaduais. Cada estado precisa organizar um comitê da campanha. Cada entidade e movimento nacional integrante da campanha assume a tarefa de fazer uma lista de quem são seus indicados (integrantes da sua organização ou próximos) para construir os comitês locais nos diferentes estados. Essa lista será entregue até 25 de maio. Onde houver petroleiros, via campesina e movimento estudantil tem que existir um comitê da campanha “O petróleo tem que ser nosso!”

C. Sobre o calendário de atividades

. Ato da campanha “O Petróleo tem que ser nosso!” em Brasília, entre os dias 16 e 19 de julho, data do Congresso Bienal da União Nacional dos Estudantes;

. 3 de outubro (data do aniversário da Petrobrás) – Jornada Nacional de Luta em defesa da soberania

. Realizar curso de formação nacional com algumas lideranças de cada estado (até 4 pessoas por estado), reunindo entre 60 e 100 pessoas. Data: entre a segunda quinzena de julho e a primeira de agosto. Depois, seguindo essa lógica, deverão ocorrer amplos cursos de formação em cada estado brasileiro.

D. Sobre apoios políticos

Apoio a todas lutas contra a privatização, contra a criminalização dos movimentos sociais e favoráveis às iniciativas de reestatização.

E. Sobre os materiais

(a) materiais já em andamento

-Boletim Eletrônico

-Panfleto

-Cartilha do Tema

-Cartilha da Militância

-Filme

-Jornal Brasil de Fato

-Programas de Rádio

(b) novas tarefas de materiais a serem produzidos:

– Cartaz

– Página Eletrônica

– Logomarca / Arte da campanha

– Adesivo

– Camisa

(c) num momento posterior: livro

F. Sobre o financiamento

Até o momento a FNP e FUP financiam e continuarão a financiar a campanha. Mas é necessário estimular a doação e contribuição de outras entidades, além de estabelecer a lógica de contribuição voluntária/venda de materiais da campanha.

Próxima reunião do comitê operativo da campanha do Petróleo
Data: 26 de maio, de 9:00 às 16:00
Local: Sede da Assembléia Popular em São Paulo

da Agência Petroleira de Notícias